Atividade física como estratégia não farmacológica na prevenção e tratamento da depressão em idosos: uma revisão de literatura
Palavras-chave:
Depressão, Idoso, Atividade Física, Saúde MentalResumo
A depressão configura-se como um dos principais transtornos mentais na população idosa, estando associada à redução da qualidade de vida, aumento da morbidade e maior risco de mortalidade. O envelhecimento populacional tem contribuído para o crescimento da prevalência dessa condição, tornando-a um relevante problema de saúde pública. Nesse contexto, observa-se a necessidade de estratégias que ultrapassem o modelo exclusivamente farmacológico, considerando as limitações relacionadas a efeitos adversos e adesão ao tratamento. A atividade física destaca-se como uma importante abordagem não farmacológica, por promover benefícios neuroquímicos, psicossociais e funcionais, como melhora do humor, aumento da autoestima, redução do isolamento social e melhora da capacidade funcional. O presente estudo teve como objetivo discutir, por meio de uma revisão de literatura, o papel da atividade física como estratégia não farmacológica na prevenção e tratamento da depressão em idosos. Conclui-se que a prática regular de exercícios físicos deve ser incentivada como medida preventiva e complementar no cuidado à saúde mental do idoso.
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