Atividade física na doença de alzheimer: benefícios, desafios e impacto na qualidade de vida
uma revisão de literatura
Palavras-chave:
Doença de Alzheimer, Atividade física, Qualidade de vida, Envelhecimento, SaúdeResumo
A Doença de Alzheimer é uma enfermidade neurodegenerativa progressiva, associada ao comprometimento cognitivo, funcional e social, com impacto significativo na qualidade de vida dos indivíduos e de seus familiares. Este estudo tem como objetivo discutir o papel da atividade física como estratégia não farmacológica, destacando seus benefícios na função cognitiva, capacidade funcional e bem-estar. Evidenciam-se, ainda, barreiras à adesão e a importância da atuação multiprofissional no cuidado. Trata-se de uma revisão da literatura, baseada em artigos científicos publicados em bases de dados nacionais e internacionais, que analisaram os efeitos de diferentes modalidades de exercício físico em pacientes com Doença de Alzheimer. Os resultados demonstram que a prática regular de atividade física pode contribuir para retardar a progressão dos sintomas,
preservar a autonomia, reduzir sintomas neuropsiquiátricos e promover melhor qualidade de vida. Conclui-se que a inclusão de programas de exercícios deve ser incentivada como parte integrante do tratamento e da assistência aos pacientes.
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