A eficácia da laserterapia de baixa potência para tratamento na cavidade oral
Palavras-chave:
Analgesia, Biomodulação, Reparo tecidualResumo
Os primeiros estudos sobre os efeitos do laser no corpo humano iniciaram-se em 1960, realizados por Theodore Harold Maiman, criador do primeiro equipamento laser. Atualmente, diversos estudos comprovam a eficácia da utilização do laser de baixa potência, demonstrando suas aplicações, contraindicações, benefícios e protocolos de uso, evidenciando o quanto esse tratamento vem se tornando promissor em comparação a outros métodos. Isso se deve à sua capacidade de estimular a produção de ATP pela mitocôndria, conferindo propriedades terapêuticas importantes, como a biomodulação dos tecidos afetados, além de ação analgésica e anti-inflamatória. A laserterapia de baixa intensidade (LBI) é utilizada na prevenção e no tratamento de várias condições bucais, como mucosite, aftas, disfunção temporomandibular, parestesia, xerostomia, hipersensibilidade dentinária, herpes simples labial recorrente, entre outras. A pesquisa utilizou métodos estratégicos de busca e análise para identificar as melhores evidências disponíveis, destacando lacunas no conhecimento e estimulando novas investigações. Foram consideradas publicações entre 2014 e 2025, além de citações anteriores relevantes para a construção do estudo. O objetivo foi contribuir para o avanço científico na odontologia, favorecendo o desenvolvimento de novas terapias e a melhoria da qualidade de vida dos pacientes. Trata-se de um método não traumático, de baixo risco e custo, com efeitos analgésicos e anti-inflamatórios. Este trabalho visa descrever o surgimento e a evolução da laserterapia de baixa intensidade na odontologia, seus efeitos fisiológicos e a eficácia dos tratamentos, por meio de uma revisão de literatura. A pesquisa destacou a laserterapia de baixa potência (LBP) como ferramenta terapêutica complementar eficaz na odontologia, especialmente em cirurgias e na periodontia. A LBI demonstrou potencial na reparação tecidual, na redução da inflamação e na estimulação da regeneração, contribuindo para a melhora do prognóstico clínico e reforçando seu valor como tecnologia inovadora.
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