Enxertos ósseos alógenos na regeneração óssea odontológica
uma análise no panorama atual
Palavras-chave:
Enxertos alógenos, Regeneração óssea, Cirurgia OralResumo
O presente trabalho aborda a regeneração óssea na odontologia, focando na aplicabilidade dos enxertos alogênicos como alternativa aos enxertos autógenos. A revisão justifica a preferência pelos enxertos alogênicos, enfatizando sua eficácia, disponibilidade e menor morbidade associada à ausência de um segundo local cirúrgico para coleta do material, o que contrasta com as limitações dos enxertos autógenos. A pesquisa foi desenvolvida através de uma abordagem bibliográfica qualitativa, com a seleção de estudos dos últimos 10 anos, integrando dados de ensaios clínicos, relatos de caso e artigos científicos, oriundos de bases como PubMed, Lilacs, Scielo e Google Acadêmico. Os critérios de inclusão consideraram publicações em inglês e português que abordassem a eficácia, segurança e aplicações clínicas dos enxertos alogênicos na odontologia regenerativa. No campo da literatura, são discutidas diversas técnicas cirúrgicas para aumento ósseo, como o uso de blocos alogênicos, a técnica “sanduíche”, a abordagem de concha, e a integração com biomateriais e agentes biológicos, que potencializam a formação de novo osso e a estabilidade dos enxertos. Além disso, o estudo analisa os mecanismos de integração e remodelação óssea, evidenciando a importância de protocolos de cicatrização adequados para a obtenção de resultados clínicos satisfatórios. Conclui-se que os enxertos alogênicos representam uma estratégia promissora para a regeneração óssea, sendo viáveis e seguras, e que seu sucesso depende de um planejamento individualizado e da correta aplicação das técnicas cirúrgicas específicas.
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