Holding familiar

mecanismo na lesão à legítima

Autores

  • Geberson Ferreira da Silva Faculdade Fasipe de Sorriso
  • Patrick de Souza Alves Faculdade Fasipe de Sorriso

Palavras-chave:

Doação inoficiosa, Holding familiar, Herdeiros necessários, Legítima, Planejamento sucessório

Resumo

O presente artigo analisa a utilização da holding familiar como instrumento de planejamento patrimonial e  sucessório, investigando em que medida sua constituição pode configurar lesão à legítima dos herdeiros necessários. A pesquisa aborda os fundamentos legais, doutrinários e jurisprudenciais que sustentam a validade da holding e discute as hipóteses em que a integralização de bens e a doação de cotas podem caracterizar fraude à lei, simulação ou doação inoficiosa. Adota-se o método descritivo e a pesquisa bibliográfica como principais procedimentos, com base em autores de Direito Civil, Empresarial e Sucessório. Conclui-se que a holding familiar é um instrumento legítimo, desde que utilizada com boa-fé e observância dos limites legais, sob pena de configurar desvio de finalidade e violação à legítima.

Biografia do Autor

Geberson Ferreira da Silva, Faculdade Fasipe de Sorriso

Acadêmico de Graduação. Curso de Direito, Faculdade Fasipe de Sorriso.

Patrick de Souza Alves, Faculdade Fasipe de Sorriso

Professor Especialista em Direito Ambiental. Curso de Direito, Faculdade Fasipe de Sorriso.

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Publicado

28.11.2025

Como Citar

Silva, G. F. da, & Alves, P. de S. (2025). Holding familiar: mecanismo na lesão à legítima. Revista Mato-Grossense De Direito, 3(2), 166–174. Recuperado de https://revistas.fasipe.com.br/index.php/REMAD/article/view/425