Holding familiar
mecanismo na lesão à legítima
Palavras-chave:
Doação inoficiosa, Holding familiar, Herdeiros necessários, Legítima, Planejamento sucessórioResumo
O presente artigo analisa a utilização da holding familiar como instrumento de planejamento patrimonial e sucessório, investigando em que medida sua constituição pode configurar lesão à legítima dos herdeiros necessários. A pesquisa aborda os fundamentos legais, doutrinários e jurisprudenciais que sustentam a validade da holding e discute as hipóteses em que a integralização de bens e a doação de cotas podem caracterizar fraude à lei, simulação ou doação inoficiosa. Adota-se o método descritivo e a pesquisa bibliográfica como principais procedimentos, com base em autores de Direito Civil, Empresarial e Sucessório. Conclui-se que a holding familiar é um instrumento legítimo, desde que utilizada com boa-fé e observância dos limites legais, sob pena de configurar desvio de finalidade e violação à legítima.
Downloads
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 Revista Mato-grossense de Direito

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.
Seguindo as diretrizes e recomendações do movimento internacional de Ciência Aberta, esta revista disponibiliza todo o seu conteúdo em Acesso Aberto Gratuito (Full Open Access), não cobrando taxas de submissão ou publicação.
Os autores conservam integralmente os seus direitos autorais, licenciando à Revista Mato-grossense de Direito (REMAD) o direito de primeira publicação e distribuição pública do trabalho sob os termos da licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0), o que permite o livre compartilhamento, leitura e reprodução do conteúdo por toda a comunidade, desde que atribuído o devido crédito de autoria e publicação original.







