Práticas inovadoras de ensino-aprendizagem para jovens autistas no ensino superior e estratégias competitivas das instituições de ensino
Palavras-chave:
Ensino Superior, Autismo, Inclusão, Inovação Pedagógica, Gestão EducacionalResumo
O presente estudo tem como objetivo analisar, com base em revisão crítica da literatura recente, como as práticas inovadoras de ensino-aprendizagem voltadas a estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no ensino superior se articulam às estratégias institucionais de inclusão e competitividade acadêmica. Para isso, foram selecionados e analisados estudos publicados entre 2016 e 2025, com foco nos desafios enfrentados por estudantes autistas, nas metodologias adaptadas utilizadas pelas instituições e nos impactos dessas práticas nos indicadores de qualidade acadêmica e reputação institucional. Os resultados demonstram que a inclusão de estudantes com TEA tem impulsionado transformações pedagógicas significativas, favorecendo ambientes de aprendizagem mais colaborativos, acessíveis e inovadores. Além disso, instituições que assumem a diversidade como valor estratégico tendem a fortalecer sua imagem institucional e a obter melhores resultados em avaliações externas. Observou-se, ainda, que práticas inclusivas exigem articulação entre políticas pedagógicas, formação docente e gestão institucional para serem efetivas. O estudo conclui que a promoção da inclusão no ensino superior representa não apenas uma obrigação legal e ética, mas também um diferencial competitivo, e recomenda o desenvolvimento de novas pesquisas sobre os impactos da inclusão nos currículos universitários e na gestão educacional.
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